Uma visita inesperada


A missionária da Comunidade Bethânia, Vanderléia Scheidt, partilhou há alguns dias em sua página no Facebook sobre uma visita inesperada de padre Léo na comunidade. Na época, ele já estava hospitalizado em tratamento no Hospital das Clínicas. 





“Padre Léo estava no hospital em São Paulo, no ano de 2006, e pediu para os médicos o liberarem para ir nos visitar no recanto de Lorena. E apareceu de surpresa! Quase morremos do coração quando vimos que era ele saindo do carro. E ele ainda celebrou a Santa Missa para nós. Esta foto foi tirada depois da Missa. Saudades eternas!”


Deus, sempre tão carinhoso e exagerado, deu a graça de padre Léo ir em casa,  rever e celebrar a Missa para seus filhos! 

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Um testemunho no Mirante Padre Léo

“É  com grande alegria que venho partilhar umas das melhores experiências de minha vida aqui no blog.




Conheci Pe. Léo através desta página, comecei a me interessar por aquele jeitinho mineiro e engraçado. Fui me apaixonando mais e mais pela sua vida, pelas pregações, pelos ensinamentos, que de modo simples toca meu coração.


Hoje sigo os rastros deixados pelas suas palavras e ensinamentos. Tenho Pe. Léo como meu intercessor, meu pai na fé. Ao chegar aos pés desse monumento em construção pude contemplar mais uma beleza de sua história.” ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀


Marcelo Vitor, de Santos Dumont-MG, em visita ao Mirante Padre Léo.


O Mirante Padre Léo, localizado em Cachoeira Paulista, terá uma estátua de 30 metros de padre Léo inaugurada em 05.12, às 14h, com a presença de membros da Comunidade Bethânia, autoridades, amigos, benfeitores. A obra é do artista plástico Gilmar Pinna.  Somos todos convidados! ⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀


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Padre Vicente visita o Mirante Pe. Léo



Conferindo os últimos detalhes, padre Vicente de Paula Neto, moderador geral da Comunidade Bethânia (obra fundada por padre Léo) esteve recentemente visitando o Mirante Pe. Léo, em Cachoeira Paulista-SP, com seu amigo de comunidade, o consagrado Ribamar Filho. Em breve, dia 05 de dezembro, haverá no local a inauguração oficial da estátua de 30 metros de altura de padre Léo, de autoria do escultor Gilmar Pinna.




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Paz inquieta

É muito difícil manter a paz e a serenidade até descobrirmos a paz inquieta. Ela é exatamente o contrário da apatia: provoca-nos as mudanças necessárias e nos ajuda a aceitar o que não pode ser mudado.



Infelizmente, o mundo parece não gostar das coisas boas. Prova disso é o amplo espaço que dá às coisas negativas. Fico muito triste quando vejo as pessoas valorizando somente o que é negativo. Basta olharmos para as manchetes dos jornais e da TV para perceber o quanto o mundo parece gostar do que não presta. Existe uma sede muito grande de fofoca. São os “urubus” sócios, que ficam à espera de algo negativo para poder alardear. Mentiras, fofocas e calúnias. Isso gera pessimismo de vida, um negativismo constante. Com isso as pessoas não sabem mais sorrir. Vivem se criticando e se lamentando. Acho que aqui se encontra uma das grandes causas da maioria das doenças.

Sabemos que existe uma causa para tudo isso. As pessoas que vivem para falar mal das outras, na verdade, estão querendo se esconder por trás de tudo isso. Com medo de que descubram o quanto são infelizes e frustradas, elas procuram comentar a vida alheia, esperando que suas carências e frustrações passem despercebidas. São doentes sociais, não aprenderam a saborear a vida. São carentes e mal-amados; além disso, deixam de buscar auxílio. A fofoca, na verdade, esconde sentimentos negativos plantados no coração dessas pessoas.

Muitos não descobriram a paz inquieta porque são especialistas em criticar os outros. São aqueles que estão sempre atentos a descobrir o erro alheio e mais prontos ainda para alardear esses erros aos quatro ventos.





A paz inquieta não se consegue por meio de brigas, discussões, ações penais, autodefesa nem tantos outros caminhos que as pessoas nos sugerem. A paz inquieta é fruto de um coração sereno. Ela nos vem pela graça de Deus e pela humildade. Humildade não é sinônimo de apatia nem roupas velhas ou surradas, é uma atitude de vida. É saber quem somos. Conhecer nossos defeitos, limitações e lutar para mudar o que pode ser mudado. Isso exige um coração curado.

Pela cura interior, o Espírito Santo molda nosso coração, tornando-o semelhante ao coração de Jesus Cristo. É um processo lento e progressivo. Exige que sempre fiquemos atentos às moções do Espírito, que sempre procuremos nos alimentar com a Palavra de Deus e com os sacramentos que o Espírito Santo presenteou a Igreja, especialmente o sacramento da Eucaristia e da Reconciliação.

A cura interior nos ensina que viver é como nadar contra a corrente. Não podemos parar nunca. Por isso precisamos sempre ter objetivos bem definidos para nossa vida. Quem sabe para onde vai não se detém diante de críticas injustas. A cura interior nos ajuda também a discernir o valor da crítica positiva e construtiva. Ela nos revela que todos somos passíveis de erros e falhas e nos ajuda a aceitar tudo isso como um grande processo de amadurecimento.
Padre Léo
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Colírio da vida!

A vida é sempre imprevisível. Aliás, se fosse programada seria muito triste. Que bom que a vida foge de nossos programas. Ela é sempre maior que nossos planos e projetos. Nem sempre veremos os resultados do que fazemos. Nenhuma semente jamais vê a flor ou o fruto. É bom lembrar essa verdade, especialmente diante dos momentos difíceis que teremos de superar.




Um dos grandes segredos para um coração curado é aprender a enxergar a vida pelo ângulo correto. Ainda que os acontecimentos sejam difíceis, a chave para nossa felicidade está no modo como reagimos.

Do mesmo jeito que a poeira atrapalha nossa visão, e de vez em quando é preciso pingar algumas gotas de colírio para limpar os olhos e tirar o ardume, os olhos do nosso coração precisam receber muitas gotas do colírio da vida, com o qual Jesus veio nos presentear pela graça da cura nterior.

“[…]desvencilhemo-nos das cadeias do pecado. Corramos com perseverança ao combate proposto, com o olhar fixo no autor e consumador de nossa fé, Jesus (…) e não vos deixeis abater pelo desânimo (Hb 12,1b.3).

O desânimo que nos abate é muito mais fruto do modo como olhamos para os problemas do que dos problemas em si. Temos aqui dois grandes segredos: enxergar com os olhos do coração e mirar no alvo seguro apontado por Jesus.
Assim como um bom músico educa seu ouvido para perceber as pequenas vibrações dos acordes, precisamos educar nossos olhos e os olhos do nosso coração. Isso requer tempo e persistência. Para isso necessitamos de um bom mestre, tal como um aluno de artes plásticas necessita que seu professor lhe empreste os olhos para observar os detalhes de uma obra: cor, luz, sombra, profundidade, entre outros.

Nosso Mestre é Jesus! Sua postura é sempre de alguém que enxerga além do óbvio. Quem vê somente o óbvio não enxerga. Jesus manda olhar para as coisas, para as pessoas e para os acontecimentos de um jeito novo. Ele tem um olhar que vai além da convenção social. Por isso, enquanto todos viam uma prostituta, Ele enxergava uma discípula. Jesus não olhava a partir dos preconceitos. Ele estava sempre desarmado e ajudava as pessoas a se desarmarem.
O Senhor não tinha medo de se aproximar das pessoas. Permitia que elas O tocassem. Sentava-se com elas. Frequentava a casa até de pessoas de má fama. E se misturava com os pecadores e marginalizados. Sua opção pelos excluídos é um ensino espetacular de cura interior. Jesus enxergava a alma da pessoa. Por isso acreditava na capacidade de mudança. Só quem vê o que está escondido é capaz de projetar algo novo. Quem não vê além do óbvio não sonha!

O colírio de vida, receitado e usado por Jesus, precisa ser empregado com muita frequência por todos aqueles que se encontram sedentos dessas gotas de cura interior.
 
Padre Léo

Trecho do livro: Gotas de cura interior

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Para descontrair: Anta Bar

Atualmente em peregrinação, Pe. Elinton Costa, sacerdote da Comunidade Bethânia,  encontrou um bar na cidade de Fátima, em Portugal, denominado Anta Bar. Ele lembrou logo de padre Léo... Entendedores entenderão 😂😂😂



Fotos: Pe. Elinton Costa





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Flores para padre Léo

“Padre Léo sempre falava que, quando ele morresse, não queria que colocassem flores de plástico em seu túmulo, pois ele achava horrível e flor de plástico não tem vida. Pedia para que quem gostasse dele plantasse uma mudinha de flor para lembrar dele.



E hoje plantei mais este canteiro de flor lá no Biguá especialmente para ele, pensando em suas palavras, e em breve estará florido. Parece pouco, mas é de coração e ele sabe disso!
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Plante flores com amor, pensando em quem você ama e que já está lá no Céu, e você verá como seu jardim vai ficar ainda mais lindo!” ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Texto e 📷  Vanderléia Aparecida Scheidt, missionária da Comunidade Bethânia 
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