A senhora Stela Nader (foto acima), realizou o sonho que é, certeza, o de muitos (inclusive de nós, do blog): visitar dona Nazaré e conhecer a casa onde padre Léo cresceu. Ela nos enviou um email (padreleoeterno@gmail.com) relatando a visita e também nos mandou fotos deste maravilhoso dia. Vejamos as fotos e o depoimento de Stela:
"Olá, Amigos!
Gostaria de compartilhar com vocês alguns momentos abençoados
e inesquecíveis.
Resido em Ribeirão Preto-SP, a aproximadamente 400km de Itajubá, e estive na última semana, à passeio, em Poços de Caldas - MG.
Dei-me conta de que estava na metade do caminho para Itajubá, e minha vontade de visitar o túmulo do padre Léo sempre foi imensa. Com alguma preocupação, combinei com um motorista de táxi (pessoa que não conhecia) para levar-me àquela cidade a qual também não conhecia, e nem saberia que caminhos fazer para chegar ao meu destino.
Pode parecer presunção, mas parecia haver uma voz do padre Léo que me dizia:
"Confia no meu povo!"
Ao chegarmos em Itajubá, procuramos nos informar com um senhor que se encontrava em seu carro, na entrada da cidade, e ele nos disse:
"Acompanhem-me, levo vocês até a casa da familia do padre Leo."
Quase não acreditava no que estava acontecendo, mas.... eis que chegamos à porta da casa de dona Nazaré, a mesma casa onde viveu o padre Léo antes de entrar para o seminário, quando veio à cidade para estudar.
Ela nos recebeu de forma extremamente carinhosa e acolhedora , assim como o padre Léo a descrevia em suas pregações. Assim também era o "clima" da casa: de acolhimento e de tranquilidade.
Falar sobre o padre Léo com sua mãe e estar naquela casa era algo que só poderia ter sido presente de Deus!
Fiz um grande esforço para superar a emoção. A voz embargava e o coração apertava.
Após uma conversa emocionada, de ambas as partes, ela nos ensinou como chegar ao cemitério. Porém, a sua casa era distante e o Sr. Artur, motorista do táxi, voltou a se informar sobre o caminho com um senhor que dirigia um caminhão.
Seguimos por onde ele nos orientou e, qual não foi a nossa surpresa, quando a uma certa altura vimos o mesmo senhor parado em seu caminhão, esperando-nos para nos levar à porta do cemitério, e nos disse:
"Vou levar vocês!"
As pessoas que residem em cidades menores são, na maioria das vezes, mais atenciosas.
Mas quantas vezes em algumas pregações ouvia e ouço a seguinte pergunta do padre Léo:
"Será que foi coincidência?"
Para mim não foi ao acaso que além de um motorista sério e eficiente, surgiram para esta viagem mais duas pessoas, que não só ensinaram, mas fizeram o caminho comigo, como que enviados pela Providência Divina!
Junto ao túmulo de Pe. Léo, orei e lhe agradeci por estar em minha vida de forma tão presente e transformadora! E repeti por várias e várias vezes:
"Obrigada, padre Léo... Obrigada, padre Léo... Obrigada, padre Léo..."
Na viagem de volta à Poços de Caldas, voltei em silêncio, enlevada e
inebriada, como se estivesse cheia de luz e de bênçãos!
Já estou em minha cidade e trouxe comigo estas lembranças que me alimentarão espiritualmente por toda a minha a vida. Envio algumas fotos a vocês.
Fiquem com Deus!
Stela