
Padre Arlindo era referência para aquele menino da roça e quando apertava a sua mão dizendo que ele iria ser padre, ficava todo feliz: "Sua batina preta era um fascínio à parte. A força de sua mão, então, era temerosa". Foi o seu primeiro confessor: "-Pois bem, O menino fará a primeira comunhão, vestindo seu terninho branco, na missa de hoje à noite. Daqui a pouco vou para a capela e já o atendo em confissão". (livro: "Rastros de Deus")

Quando soube da doença confidenciou ao padre José Roberto Bertasi: "Não tenho medo, mas fico preocupado qual será minha reação na hora do sofrimento maior. Será que serei fiel aos dizeres que eu mesmo escolhi quando coloquei o Crucificado de madeira no presbitério?, com a seguinte frase: ‘É assim que se ama! Eu não quero trair Nosso Senhor!'"
Por ocasião de seu falecimento, padre José Roberto fez uma linda homenagem, descrevendo-o como: ‘O Gigante da Mantiqueira” e escreve: "Compreendi a preocupação do nosso gigante Missionário do Sagrado Coração: Sim, ele foi capaz de dizer: ‘É assim que se ama!’".
O amor define a eternidade! Que Nosso Senhor Jesus Cristo nos fortaleça para o cumprimento da missão, assim como fortaleceu Padre Arlindo e padre Léo! E assim como eles tenhamos a coragem de lutar e vencer com Jesus, para a glória do Senhor e nossa eterna salvação.
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