"A experiência do padre Léo, a história do padre Léo já foi forjando aquilo que seria Bethânia".
A sua luta no resgate da dignidade de filhos e filhas de Deus.
"Padre Léo saía do Colégio São Luiz em Brusque-SC, onde era diretor, para ir ao encontro dos jovens marginalizados. Na época ele não era compreendido, mas ele tinha no coração esse desejo. Muitas vezes trazia esses jovens e os orientava.
A preocupação dele era: ‘Eu volto para casa e esses meninos?’. Lembrando dele mesmo, como dependente químico, antes de entrar para o seminário, pensava naqueles que viviam nas sarjetas, longe do lar".
Muita procura por parte dos jovens, tornava-se impossível o atendimento no Colégio.
"Falava sobre o seu desejo nas missas: precisava de um lugar para acolhê-los".
O meio para atrair os jovens. A maioria deles teve o primeiro contato com a fé.
"Na capela, dentro do Colégio São Luiz, algo incomum: a missa era celebrada às 10 horas da noite, para que os jovens saíssem da faculdade e fossem à missa. Padre Léo usava esse argumento: primeiro vem para a missa, depois para a balada. E dizia: aqui rezam e muitos podem desistir de ir para a balada. Usava isso para chamar os jovens".
O primeiro passo na construção de um futuro digno.
"Numa das missas, esse apelo do Léo ressoou no coração de Dna Vanda. E ela conseguiu o terreno em São João Batista-SC. Daí começou uma revolução na vida do padre Léo".
Essa porta que é Bethânia se abre para revelar a todos , principalmente aos jovens, que existe a chave para viver a vida em abundância, a vida
que Jesus veio nos trazer.
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